O design ainda não ocupa o lugar que merece.
Estamos construindo o caminho para mudar isso.
A dor do designer é a invisibilidade.
A maior parte do mercado ainda enxerga o designer como executor estético. Alguém contratado para deixar as coisas bonitas, não para resolver problemas.
Essa percepção tem custo. O designer fica fora das decisões estratégicas, cobra menos do que entrega, e quando tenta argumentar, falta vocabulário. Ninguém ensinou a falar de negócio na faculdade.
Resultado: bom designer travado em posição que não corresponde ao valor que entrega.
Mas o problema não é só do mercado.
Por décadas, designers foram formados para dominar técnica e estética. Quase nunca para dominar negócio, estratégia, comunicação de valor.
Quando o designer não sabe traduzir o que faz em linguagem de impacto, o mercado preenche o vazio com a versão que sempre teve: designer é fornecedor de arte.
O problema não é o mercado.
É a falta de protagonismo do designer.
A boa notícia é que isso pode mudar. Não porque o mercado vai entender sozinho, mas porque o designer pode aprender a comunicar diferente. A vender diferente. A se posicionar diferente.
Foi para isso que o Mento foi criado.
Mento está começando.
Em dezembro de 2026, o Mento abre para os primeiros usuários. A plataforma nasceu de uma pesquisa profunda sobre como valorizar o design no Brasil, e o que falta na formação do designer brasileiro.
Hoje somos um time pequeno, um designer e um desenvolvedor, apoiados por mentores convidados, professores, e uma rede de pessoas que acredita que o design brasileiro merece mais protagonismo.
Massimo Becker
Designer responsável pela tese, estratégia e design da plataforma.
Vinícius Rebelatto
Programador responsável pela construção técnica e infraestrutura do produto.
Não somos uma grande empresa. Somos um projeto que está construindo, em público, a plataforma que faltava para esta geração de designers.